História do CGET- A Inteligência Policial DI/DEOESP

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             "Atividade de Inteligência é a arte investigativa de trabalhar, analisar e transformar informações em conhecimento compatível com a ação policial desenvolvida para alcançar um objetivo estratégico e atingir com maior qualidade a criminalidade foco. Pode ser uma ferramenta institucional de governo, como de pequena unidade policial, de acordo com os objetivos preconcebidos na defesa do estado ou de uma parcela da sociedade. Faria".

 

O CGET-Comitê de Gestão Estratégica e Tática, foi criado no Departamento de Investigações em 2006, inaugurando uma nova metodologia de apoio às equipes operacionais, concernente a inteligência policial. Até então, a COSEG era o órgão institucional de inteligência, arraigado com as antigas diretrizes do período de repressão, não auxiliando, direta, ou indiretamente, as unidades policiais. Era a inteligência de governo e apenas para o governo. As delegacias de polícia "se viravam", tentando montar seus próprios setores de inteligência, que, na verdade, era sinônimo de escuta, sem o incremento de tecnologias e doutrinas de análises nas investigações. Apenas o DEOESP e a DERRB, nesse período, avançaram um pouco mais no sentido de inteligência policial, mas, como as demais, sem nenhum ordenamento doutrinário institucional. Cada qual buscava fazer suas investigações da maneira que entendia ser melhor. E a aproximação da COSEG era praticamente impossível, devido ao seu distanciamento do dia a dia das operações e investigações de campo. Tecnologias da época, como o Guardião e o I2 eram sonhos distantes.

           Diante dessas dificuldades criou-se o CGET, que, durante sua existência naquele Departamento de Investigações, produziu grandes resultados em apoio ao DEGREL, Homicídios e outras unidades especializadas, conforme veremos a seguir. Para sua estruturação, contou-se com a colaboração indispensável do Ministério Público e Caixa Econômica Federal. O então Chefe do DI selecionou uma equipe de grandes e abnegados policiais, comprometidos com aquelas atividades.

 

 

O CGET E SUAS INSTALAÇÕES

          Para as instalações do CGET o Chefe do DI desocupou o 2º andar do prédio, reservando um grande espaço para a implantação do novo lay out que permitisse a conclusão do projeto. Antigas especializadas foram desativadas, ou mudaram do prédio, como a DERCIFE, Sonegação Fiscal, Ordem Econômica. Os policiais designados para o novo modelo de inteligência policial ajudaram na reforma do cenário, removendo as antigas divisórias e trabalhando duro na reconstrução do Comitê, conforme observamos nas fotos selecionadas abaixo. A transformação aconteceu tanto no aspecto estrutural, quanto nos resultados operacionais e de relações institucionais.

A REFORMA

          Abaixo, registramos alguns policiais: Lúcio, "Ninho", Damians e Jackson, demolindo as antigas instalações e as novas surgindo.

 

ALGUMAS OPERAÇÕES DE INTELIGÊNCIA DO CGET/DI

           Dezenas de operações foram realizadas pelo CGET, inicialmente no DI, posteriormente no DEOESP, quando o setor foi transferido para aquele departamento. O órgão de inteligencia policial rapidamente se tornou conhecido pelos seus resultados e ganhou credibilidade de várias instituições. Trabalhos integrados, até então inimagináveis, passaram a ocorrer com frequência. Foram realizados operações conjuntas com a COSEG, Corregedoria Geral de Polícia, ACADEPOL, Divisão de Tóxicos e Entorpecentes, DERB, Ministério Público, Secretaria de Estado da Fazenda, SEPLAG, PM, Dercife, Polícia Federal, Polícias Civis e inteligências de outros estados, etc.

          Dentre os trabalhos realizados pelo CGET/DI, destacamos o início da Operação Vandec (neste site), repressão ao tráfico de drogas, organização criminosa no seguimento de sonegação fiscal, combate à pirataria, operação para inibir fraudes em concurso público, bingos clandestinos, roubo de cargas e veículos e quadrilhas de assalto a bancos.

 

MEMÓRIA.

Momentos de confraternização da família CGET/DI.

 

 EQUIPE CGET/DI

 Delegados Wanderson Gomes, Denilson dos Reis Gomes, João Octacílio da Silva Neto, Jacqueline de Oliveira Ferraz, investigadores Cláudio Tafarel, Laura da Silva Vinhático e Eli, Silvio, Escrivâ Thessa, investigadores Lúcio Ninho, Geovani, Raul Moraes de Eulies, Júlio Maurício Madureira e Alexandre Dietze.

 
CGET/DEOESP

          O novo Chefe do DEOESP, em 2007, levou a experiência do CGET/DI para ser incorporada ao setor que já existia naquele Departamento, formatando um novo setor, com maior estrutura e melhor dinamismo. Dentro do CGET foram criados duas seções para adequar a distribuição das atividades: o NUIN e o SETIN, além da implantação do plantão na busca de resposta mais diligentes às equipes operacionais de campo. Na verdade, os policiais de inteligência são aqueles que participam no anonimato, suas ações não tem a visibilidade demonstrada pela mídia nas operações, no entanto, são primordiais para o sucesso de qualquer grande trabalho operacional. Uma atividade complementa a outra.

 

ALGUMAS OPERAÇÕES DE INTELIGÊNCIA DO CGET/DI

 

 

           No DEOESP, o CGET era o setor de inteligência voltado para o apoio às DEROCs/Delegacias de Repressão às Organizações Criminosas e a união das duas atividades, mostrou, mais uma vez, a importância da mudança radical na metodologia de investigações complexas. Uma das primeiras ferramentas usadas pelo órgão nos planejamentos estratégicos das operações foi a utilização de modelos padrões para inicio das atividades e tecnologia de fluxogramas, diagramas e organogramas que indicassem o funcionamento organizacional das quadrilhas e criminosos alvos. Todos os documentos aqui postados são de operações realizadas que hoje integram acervo histórico anterior a 2008, não representando nenhuma atividade policial em tramite.

 

 

           As operações de inteligencia atendia todo tipo de demanda das unidades operacionais: tráfico internacional de armas e munições, quadrilhas de assaltantes de bancos, organizações criminosas do Novo Cangaço, os atentados de 2008 contra ônibus e agencias bancárias, fraudes no comércio de medicamentos tarja preta, roubo de motos e gangues de estelionatários, dentre outros crimes investigados.


 

 EQUIPE CGET/DEOESP

           Aqui registramos a diligente equipe CGET/DEOESP. Profissionais da mais alta capacidade, seriedade e comprometimento com as atividades que exerciam. Discrição, honestidade e amor à causa faziam parte do perfil desses servidores. Alguns aposentaram, outros mudaram de setores ou buscaram carreiras mais promissoras. Um aspecto diferenciado no CGET/DEOESP foi a parceria firmada com a SUAPI que permitiu o exercício de atividades de inteligência por servidores daquela superintendência, dentro da visão de vanguarda de seu titular, à época, Genilson Zeferino. Outra modificação no CGET/DEOESP era sua vinculação direta à chefia da operação e coordenação do Chefe de Departamento, que acompanhava todas as operações e seus desenvolvimentos. Colocamos como data histórica limite, na linha do tempo, o ano de 2010.

 Carlos Roberto Barbosa,o Índio  Alessandra Carazolli de Almeida      Eber Alexandre de Oliveira         Edilson Tadeu Eugênio         Elton Ribeiro da Silva
       Joel de Jesus Alves       José João Alves de Souza  Simone Sobral    Marco Aurélio Matos da Costa           Fátima Alves Batista
       Raquel Gomes Pinto      Joubert Sandro Souza Silva      Thessa  Bertoldi Souza Silva 

 Marcos Gasparini

Barbosa Benício de Abreu

 Daiber Cantelmo

 Outras informações:

http://www.cyberpolicia.com.br/index.php/orgaos-operacionais/182-di-departamento-de-investigacoes

http://www.cyberpolicia.com.br/index.php/orgaos-operacionais/474-vandec

http://www.cyberpolicia.com.br/index.php/orgaos-operacionais/189-deoesp-das-sequestros

 

 EM CONSTRUÇÃO. FALTA CONTEÚDO E FOTOS.

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