História da Superintendência Administrativa

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                                                                                             SUPERINTENDÊNCIA ADMINISTRATIVA

          Durante muitos anos a Polícia Civil teve em seu organograma a Superintendência Administrativa, responsável por diversos setores de logística. Dentre eles o Departamento de Pessoal, Finanças, Capela, Auditório, SEBAP, Montese, departamento de Material e Patrimônio e outros. Ela foi extinta na década de 2000, quando substituída pela Superintendência de Planejamento e Gestão. Neste artigo fazemos o registro de alguns desses serviços de grande importância para o resultado finalístico da polícia. No mesmo espaço da Rua Gonçalves Dias com Rua Uberaba, também foi construída a Capela da Polícia Civil, com sua capelania.


                                                                                       DEPARTAMENTO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO - DMP

          O DMP sempre foi um importante setor de retaguarda e logística da Polícia Civil, no apoio estrutural às reformas, material de consumo, móveis e toda a gama de ferramentas necessárias para as atividades policiais. Apesar de nunca ter tido visibilidade, suas funções são vitais para o bom andamento dos trabalhos da Polícia Civil no estado de Minas Gerais. Seus policiais investigadores, arquitetos e engenheiros sempre demonstraram comprometimento com essa atividade de apoio, sabedores de que o resultado na ponta operacional dependerá dos seus resultados. Era um dos setores de apoio da Superintendência Administrativa.

 

          Conforme observamos nas imagens aqui postadas, o DMP sempre teve uma gama diversificada de profissionais e especialidades, como: pintores, serralheiros, técnicos de Telex, Fax, máquinas de datilografia, hoje transformados em técnicos de informática, desenhistas, projetistas, carpinteiros, etc.

 

                                                                                                                          MONTESE


          Abaixo, a antiga fábrica de placas da Polícia Civil, a MONTESE, que também pertencia à extinta Superintendência Administrativa. Era responsável, com exclusividade, pela confecção de placas automotivas e outras institucionais.

 

                                                                                                   CAPELA DA POLÍCIA CIVIL

                                                                                                           

                                                                                                            Padre Antônio

         Em 3 de novembro de 1968, o Governador Israel Pinheiro inaugurou a Capela da Polícia Civil, com a presença de diversas autoridades. O Padre Antonio Gonçalves foi nomeado o primeiro Capelão e permaneceu à frente da capela por mais de 30 anos, quando passou a titularidade para o Padre Márcio Nicolau da Silva. Tinha como função principal, as missas de corpo presente de policiais mortos durante confrontos com marginais, comemorações cívicas, homenagens diversas e as missas celebradas. Com a transferência do imóvel para o Tribunal de Justiça, a Capela deixou de existir naquele local.

 

 

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