ADAM DOS SANTOS

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Categoria: Grandes Policiais da História
Data de publicação

 

                                                                                                       

          Se o delegado Adam dos Santos fosse um índio americano, seu nome seria "Águia Silenciosa", pela inteligência, discrição e competência profissional, aliados ainda, ao jeitão mineiro desse policial ímpar. A sua vida se confunde com a da Superintendência Geral de Polícia Civil de Minas Gerais, onde trabalhou com afinco por mais de dez anos, até mudar sua nomenclatura para SIPJ. Designado para o cargo de Chefe do GRE, o assumiu com dignidade em meio a uma grave crise institucional, fomentada por policiais daquele grupo. Participou e construiu com sabedoria todo o planejamento das ações desenvolvidas desde o "Projeto Minas Segura", de 2004 até 2011. Projeto que previa a realização de megas operações planejadas pela Superintendência Geral, através da   Coordenação  de Investigações e Polícia Judiciária, para o interior do estado ou capital.

          
Adam inovou, buscando a participação exclusiva de policiais civis, arregimentados na região onde se desenrolava toda a ação policial. Pouco aparecia nas apresentações dos resultados, já que sua personalidade altruísta lhe permitia repassar os louros pelas prisões e sucesso das operações para os policiais da área onde se consumou a operação. Sua vaidade era servir, e servir bem, característica que deveria ser inerente aos policiais, mas que, infelizmente é exceção e como tal, deve ser registrada.

        
          Já fez planejamentos operacionais para todos os rincões de nosso estado, sempre se destacando pela organização e seriedade dos planejamentos, ao lado de seu fiel escudeiro, o investigador de polícia, "Waguinho", da Superintendência Geral. Todas as investigações que requeriam alto grau de sigilo e confiabilidade, no âmbito da Superintendência Geral de Polícia Civil, lhe eram confiadas pelo seu caráter e honestidade. Apesar de toda a sua abnegação pela Polícia Civil e inegável competência profissional , nunca teve a oportunidade de colocar sua experiência a serviço da instituição que ama, como membro do Conselho Superior de Polícia, ou cargo de destaque. Em alguns dos trabalhos coordenados pelo delegado Adam, dezenas de criminosos foram presos, com números que superaram 30, 40 e até 50 prisões por operação.

 

TERRA

Polícia prende 17 suspeitos de tráfico em Minas Gerais

 
 
9 JUN2009
 

Polícia Civil realizou nesta manhã uma operação contra o tráfico de drogas em Cláudio, no oeste de Minas Gerais. De acordo com a corporação, foram presos 17 suspeitos de envolvimento com o tráfico, apreendido um adolescente e foram apreendidas quatro armas e drogas.

Ainda segundo a polícia, as investigações duraram seis meses e foram coordenadas pelo delegado Adam dos Santos, da Superintendência Geral da Polícia Civil. Participaram da ação, além da superintendência e dos policiais de Cláudio, as delegacias de Divinópolis, Martinho Campos, Formiga, Pará de Minas, Bom Despacho e do Departamento de Investigação Antidrogas (DIA).

 

MG: operação prende 19 suspeitos por tráfico

16 de agosto de 2008  12h15  atualizado às 13hs

 

A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu preventivamente, na manhã deste sábado, em Manhuaçu, na zona da mata do Estado, 19 suspeitos pelo crime de tráfico de drogas. Os mandados de prisão foram expedidos pela operação Avalanche, que também apreendeu computadores, armas, dinheiro, dois cofres, cheques, quatro veículos e uma motocicleta.

A ação, que envolveu envolveu 130 policiais - de vários órgãos de polícia mineiros, 33 viaturas e um helicóptero, pretendia cumprir 30 mandados de prisão. Segundo a polícia, os suspeitos presos ficarão na Cadeia Pública do município.

Segundo o coordenador de Operações da Superintendência Geral de Polícia Civil (SGPC), delegado Adam dos Santos, a operação Avalanche teve como objetivo combater o tráfico de drogas na região.

As investigações, informou o coordenador, duraram seis meses e foram feitas pela Unidade Especializada Antidrogas de Manhuaçu, coordenada pela Superintendência Geral de Polícia Civil (SGPC), de Belo Horizonte

 

JOGO DO BICHO

 

Polícia Civil faz megaoperação no edifício Vila Rica

Delegado que chefiou ação nega a ocorrência de prisões de policiais

Material. Muitas pastas, malotes e computadores foram retirados de salas do prédio na rua São Paulo, no centro de Belo Horizonte
PUBLICADO EM 16/07/08 - 21h11

A Polícia Civil realizou, no início da tarde de ontem, uma megaoperação na região central de Belo Horizonte. Durante algumas horas, a rua São Paulo, uma das mais tradicionais da capital, foi palco de movimentações de policiais, imprensa e muitos curiosos. 

O alvo da operação foi o edifício Vila Rica (ao lado da galeria do Ouvidor), de onde os policiais retiraram uma grande quantidade de materiais, como pastas, malotes e computadores. Algumas pessoas foram presas.

Até o início da noite, a polícia mantinha sigilo sobre os trabalhos. Mas entre alguns funcionários e freqüentadores do prédio a informação era que as buscas aconteceram em locais onde há jogo do bicho e loteria. A ação foi comandada pelo delegado Adam dos Santos, coordenador de Investigação e Polícia Judiciária da Superintendência Geral da Polícia Civil. Ele disse à reportagem de O TEMPO que não poderia dar detalhes do teor da operação porque havia um mandado expedido garantindo segredo de Justiça. "Não posso descumprir uma medida judicial."

Ontem à tarde, havia a informação de que cerca de 15 pessoas foram presas, entre elas oito policiais civis. Mas o delegado coordenador não confirmou o número de detidos e descartou o envolvimento de policiais. Ele afirmou ainda que não teria havido participação da Corregedoria de Polícia nas buscas no edifício. "Muita especulação está sendo gerada nesse caso."

No início da noite, a assessoria da Polícia Civil divulgou uma nota informando que a ação teve como finalidade o combate a organizações criminosas.

Ainda segundo a nota, a ação era de caráter sigiloso e cumpria medida cautelar expedida pela Justiça. De acordo com o delegado Adam dos Santos, somente depois que a polícia esclarecer os motivos que levaram à investigação, as informações sobre o caso serão divulgadas. Entretanto, ele ressaltou que ainda não há previsão para isso.

 
 
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